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Minha história no Canadá

Photo ©Alan Albert

Você parece famil-iar, mas de alguma forma estranha - você por acaso Canadense?

Este New Yorker carro-toon legenda resume a relação que muitos americanos têm com o Canadá. We know Canada like we might casu­al­ly know any next-door neigh­bor. Estamos cor dial-, say “hel­lo,” and go about our own busi­ness.

Se, a maioria dos americanos sabe alguma coisa sobre o nosso vizinho do norte. Temos verificado cabeça-linhas sobre uni-ver-sal cuidados de saúde, same-sex mar­riage, e hock­ey mania. Vimos pho-tos de Majes-tic monta-tém, qui­et coves, tow-er-ing sempre-verdes, and vast stretch­es of arc­tic wilder­ness. Podemos ter lido sur-quisas call-ing Vancouver a melhor cidade do mundo para se viver, com-par-ing chique Montreal to Paris, e Ranking-ing Toronto among the planet’s most mul­ti­cul­tur­al metrop­o­lis­es. Estamos família e com o Canadá, but we may not real­ly know our Canadian neigh­bors – until some­thing hap­pens that makes us take notice.

For my fam­i­ly, era um oferta de trabalho.

And after our unan­tic­i­pat­ed move over the bor­der, as my fam­i­ly and I began fig­ur­ing out how to man­age the tran­si­tion to our new Canadian home, we quick­ly dis­cov­ered that cross-ing a bor-der em vaca-ção-Alguma-coisa que tinha feito muitas vezes,wasn’t the same as liv­ing and work­ing in a dif­fer­ent coun­try.

Porque Canada is a dif­fer­ent coun­try. Claro, that sounds sil­ly; we knew we were mov­ing to a new nation with its own gov­ern­ment, mon­ey, e as leis. Yet because Canada felt so com­fort­able – so sim­i­lar to the United States – we were sur­prised at how many things we need­ed to sort out.

A Dos limites para we need­ed to begin work­ing. A doc-u-mentos we need­ed to move our car. Como providenciar seguro saúde-dade e apresentar declarações de nossos impostos. Ao contrário de muitos os imigrantes cabeça-ing no exterior, we didn’t need to learn a new lan­guage or adapt to exot­ic cus­toms. Nós estávamos indo para o país-tente ao lado direito. Yet there were still plen­ty of chal­lenges.

After we sort­ed out the paper­work, embora, we began to adjust to our adopt­ed coun­try. Logo aprendeu a abraçar Canada’s mul­ti­cul­tur­al esthet­ic, sam-Pling novos alimentos, juntar-se-ing em locais fes-ti-vals, and get­ting acquaint­ed with expats from across the globe. Viemos para valori-ci-comeu o ativo, out­door-ori­ent­ed cul­ture, onde pes-soas fazer tempo para ir esquiar, andam de bicicleta, ou caminhar pela água front-. And we began to slow our hur­ry-up atti­tudes to a more descontraído velocidade canadense.

Durante horas, we’ve also dis­cov­ered many oth­er dif­fer­ences between Canadian and American cul­ture. We’ve become acquaint­ed with Timbits. Aprendi o que toques are and why the kids need­ed them for soc­cer. Descobri porque há umhol-i-dia no Queen of Inglaterra nascimento dia-.

Se você é explor-ing este web-site, você pode estar pensando em mudar para o Canadá ou você já pode estar aqui. Whatever your rea­son for con­sid­er­ing Canada – that neigh­bor who’s famil­iar yet just a bit dif­fer­ent – wel­come. Eu gostaria de lhe apresentar a minha nova casa canadense.

- Extraído do livro, Viver no Exterior em Portugal. Para ler mais, comprar o livro.

Photo Albert Alan ©